//linguagempauta.uvanet.br/index.php/lep/issue/feedLinguagem em Pauta2025-12-31T12:14:58-03:00Profa. Dra. Flávia Cristina Candido de Oliveiraflavia_candido@uvanet.brOpen Journal Systems<p>A revista tem o propósito de viabilizar a publicação de trabalhos acadêmicos na grande área de Letras, tanto de alunos e professores de nossa instituição, como de outras instituições. O intuito é proporcionar mais um meio de publicação científica, tendo como foco todos os níveis acadêmicos, desde graduandos a doutores.</p> <p> </p>//linguagempauta.uvanet.br/index.php/lep/article/view/277APRESENTAÇÃO2025-12-31T10:49:53-03:00Flávia Cristina Candido de Oliveira Carneiroflavia_candido@uvanet.br2025-12-31T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Flávia Cristina Candido de Oliveira Carneiro//linguagempauta.uvanet.br/index.php/lep/article/view/221O BAILE DOS GÊNEROS EM LACRYMOSA, DE JULIA DAGLIO2025-05-27T09:15:12-03:00Fernando Henrique Crepaldi Cordeirofhcc2001@yahoo.com.br<p>Este trabalho propõe uma leitura de <em>Lacrymosa </em>(2019), de Juliana Daglio, pensando em como este texto mobiliza elementos de diferentes (sub)gêneros literários, apresentando-se como um texto híbrido que joga com diversos protocolos de leitura e interesses do seu leitor. Desse modo, o romance transita entre a narrativa policial, a sentimental, a melodramática e o horror por meio de técnicas de encaixe que envolvem, ao menos, quatro conflitos distintos, cada um deles ligado a um dos (sub)gêneros: a resolução de um crime, um triângulo amoroso, uma questão de pertencimento e a luta entre bem e mal. Interessa-nos, portanto, realizar uma análise que tenha um alcance duplo, na medida em que, por um lado, permita perceber como a retomada de elementos dos diversos (sub)gêneros constitui o texto e, por outro, como o retorno à teoria favorece uma leitura mais próxima do texto de Daglio. Para tanto, recorrermos a autores como Bakhtin (1997), Boileau e Narcejac (1991), Cawelti (1976), Nebias (2010), Neilson (1990) e Todorov (2007).</p>2025-12-31T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Fernando Henrique Crepaldi Cordeiro//linguagempauta.uvanet.br/index.php/lep/article/view/270A HISTÓRIA DA ADOÇÃO DO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA DO CEARÁ2025-12-03T15:47:33-03:00Renan Gomes Rebouçasrenan.reboucas@ifce.edu.brFrancisco José Alves de Aquinofcoalves_aq@ifce.edu.br<p>Este artigo teve como objetivo analisar o percurso sócio-histórico do ensino de língua inglesa no Brasil até sua adoção na educação profissional e tecnológica do Ceará. É derivado de uma dissertação de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (ProfEPT), da instituição associada Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). Fizemos pesquisa documental nos arquivos históricos do IFCE <em>campus </em>Fortaleza e análises sócio-históricas a partir dos conceitos de imperialismo linguístico, hegemonia, discurso e poder segundo os teóricos Phillipson (1992), Fairclough (2001) e Teun van Dijk (2023). Identificamos que o ensino de língua inglesa foi adotado em 1961 na Escola Industrial de Fortaleza, institucionalidade do IFCE à época. Assim, constatou-se que os primeiros 52 anos de existência da rede federal de educação profissional e tecnológica no Ceará não contaram com o ensino de língua inglesa nos currículos dos cursos ofertados pela instituição. Até então, o propósito educacional da escola nesse primeiro meio século não justificava a instrução de línguas estrangeiras.</p>2025-12-31T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Renan Gomes Rebouças, Francisco José Alves de Aquino//linguagempauta.uvanet.br/index.php/lep/article/view/248DA APORIA SAUSSURIANA AO ALCANCE DO ESTRUTURALISMO2025-10-06T18:32:12-03:00Thiago Barbosa Soaresthiago.soares@mail.uft.edu.br<p>Este artigo realiza um recenseamento crítico da tensão constitutiva entre os princípios da simultaneidade e da linearidade do signo linguístico, tal como formulada por Ferdinand de Saussure no Curso de Linguística Geral. A análise percorre as contribuições teóricas de pensadores como Hjelmslev, Eco, Benveniste e Derrida, que problematizaram e reconfiguraram esta aporia fundamental. Argumenta-se que a aparente contradição não representa uma falha na teoria, mas sim o paradoxo fundador que impulsionou e estruturou o pensamento estruturalista. O artigo demonstra como essa tensão, longe de ser superada, foi radicalizada e reproblematizada, revelando-se produtiva ao permitir a transposição do modelo linguístico para outros campos das ciências humanas, como a antropologia de Lévi-Strauss e a psicanálise de Lacan, onde a busca por uma estrutura subjacente e simultânea busca dar sentido às manifestações lineares e diversas da experiência humana.</p>2025-12-31T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Thiago Barbosa Soares//linguagempauta.uvanet.br/index.php/lep/article/view/251O MITO E A LITERATURA TRABALHADOS NA ORALIDADE DA HISTÓRIA “BRÁS DA LUZ”2025-10-21T10:09:02-03:00Márcia Maria Fonteles Vasconcelosmarciafonteles0@gmail.com<p>Muitas das histórias populares, como lendas e mitos, são propagadas através da oralidade. Ainda que essa prática, ao longo dos anos, tenha caído em desuso, boa parte delas se concretizam a partir da literatura. Embora sejam dotadas de elementos mágicos, fictícios, o que lhes permite a caracterização mitológica, fantástica, ou outra, são de grande importância para diferentes esferas, como a cultural e a social. Nesse sentido, objetiva-se analisar a história de caráter popular <em>Brás da Luz </em>por meio de embasamento teórico das áreas mitológica e literária. De forma específica, pretende-se: compreender como a narrativa oral acomoda elementos das duas áreas, constituindo-se, em partes, como mito e como literatura; verificar como os personagens e os instrumentos do texto concorrem para a análise e permitem a caracterização/interpretação feita acerca de <em>Brás da Luz</em>. O estudo, de natureza descritiva e bibliográfica, dar-se-á de forma a contemplar teóricos que auxiliem nas fundamentações básicas sobre o mito e a literatura, bem como nos pormenores que contribuem para a caracterização das duas áreas no corpo textual e a consequente análise do próprio texto com excertos que serão trazidos à discussão. Para isso, recorre-se a autores como Eliade (1972), Müller (1913), Barthes (1977), Bosi (2013), Moisés (2007) consoante à mitologia grega, interpretação dos signos e concepções de literatura e análise. As apreciações revelaram as relações intrínsecas estabelecidas pelos elementos textuais com o mito e a literatura, em que foi possível reconhecer, por associações, personagens da mitologia grega, por exemplo, e características literárias na narrativa, como a verossimilhança. Ademais, o artigo se mostra relevante para estudos posteriores que se interessem pelo impacto das histórias orais na formação do mito e de gêneros literários.</p>2025-12-31T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Márcia Maria Fonteles Vasconcelos//linguagempauta.uvanet.br/index.php/lep/article/view/278EXPEDIENTE2025-12-31T10:59:45-03:002025-12-31T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025